Saudações da Federação:
Estivemos reunidos em concílio, a discutir as vossas condições humanas. Sabeis que não somos perfeitos, como também vocês não são. Não somos deuses. De vez em quando temos dificuldade em compreender os vossos pensamentos e emoções humanas. Mesmo assim, podemos senti-las. Conhecemos as vossas frustrações, porque são as nossas. Discutimos qual seria a melhor aproximação ao vosso recuo, e a raiva e a frustração que vos conduziu a este precipício. Chegamos a soluções que não são fáceis. Por esta razão, concordamos que a melhor abordagem é simplesmente permitir que resolvam por vós mesmos onde querem estar agora e no futuro. A vossa mentalidade pertence-vos e não há nada que possamos fazer, ou que iremos, fazer para mudá-la. As vossas decisões têm de ser assumidas por vós.
Iremos chegar, sejam quais forem os vossos pensamentos, emoções ou sentimentos para connosco. Faz parte do nosso contrato, não convosco, mas com o Divino. Temos um acordo do qual não nos podemos afastar. Ao contrário de vós, não podemos fazer uma escolha de livre arbítrio sobre a nossa decisão. Foi do que desistimos em troca da nossa ligação com a Fonte Divina. Faz parte de uma existência superior. Iremos chegar, de qualquer maneira. É mesmo assim. Entre todos vós há muitos que decidiram ridicularizar e afastar-se do que foi discutido connosco, durante tanto tempo. Alguns fazem-no para “apostar em ambos os lados” contra o que sentiríeis que seria uma “vergonha” entre os vossos pares (os da vossa igualha) devido aos princípio em que escolhestes acreditar, em comparação com os que existem no “mundo real” da vida quotidiana – pagar as contas, ganhar a vida, comer, beber e estar de acordo com os hábitos do vosso grupo social. A contrastar com isto, nós “afirmamos uma opinião ou fazemos coisas” e tudo o que assumimos põe-vos na categoria dos malucos. Reconhecemos esse estigma e admiramos a vossa persistência pela vontade de continuar a suportar este fardo que para vós é apenas uma crença. A maioria de vós não nos contactou, não viu as nossas naves, não têm maneira de saber se isto é verdade, apenas têm a sua crença. Despertou recentemente para a vossa capacidade de discernir com o coração e não com a cabeça.
Estivemos reunidos em concílio, a discutir as vossas condições humanas. Sabeis que não somos perfeitos, como também vocês não são. Não somos deuses. De vez em quando temos dificuldade em compreender os vossos pensamentos e emoções humanas. Mesmo assim, podemos senti-las. Conhecemos as vossas frustrações, porque são as nossas. Discutimos qual seria a melhor aproximação ao vosso recuo, e a raiva e a frustração que vos conduziu a este precipício. Chegamos a soluções que não são fáceis. Por esta razão, concordamos que a melhor abordagem é simplesmente permitir que resolvam por vós mesmos onde querem estar agora e no futuro. A vossa mentalidade pertence-vos e não há nada que possamos fazer, ou que iremos, fazer para mudá-la. As vossas decisões têm de ser assumidas por vós.
Iremos chegar, sejam quais forem os vossos pensamentos, emoções ou sentimentos para connosco. Faz parte do nosso contrato, não convosco, mas com o Divino. Temos um acordo do qual não nos podemos afastar. Ao contrário de vós, não podemos fazer uma escolha de livre arbítrio sobre a nossa decisão. Foi do que desistimos em troca da nossa ligação com a Fonte Divina. Faz parte de uma existência superior. Iremos chegar, de qualquer maneira. É mesmo assim. Entre todos vós há muitos que decidiram ridicularizar e afastar-se do que foi discutido connosco, durante tanto tempo. Alguns fazem-no para “apostar em ambos os lados” contra o que sentiríeis que seria uma “vergonha” entre os vossos pares (os da vossa igualha) devido aos princípio em que escolhestes acreditar, em comparação com os que existem no “mundo real” da vida quotidiana – pagar as contas, ganhar a vida, comer, beber e estar de acordo com os hábitos do vosso grupo social. A contrastar com isto, nós “afirmamos uma opinião ou fazemos coisas” e tudo o que assumimos põe-vos na categoria dos malucos. Reconhecemos esse estigma e admiramos a vossa persistência pela vontade de continuar a suportar este fardo que para vós é apenas uma crença. A maioria de vós não nos contactou, não viu as nossas naves, não têm maneira de saber se isto é verdade, apenas têm a sua crença. Despertou recentemente para a vossa capacidade de discernir com o coração e não com a cabeça.












