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Mostrando postagens com marcador Pai Seta Branca. Mostrar todas as postagens
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domingo, 8 de março de 2020
domingo, 8 de abril de 2018
HOMENAGEM AO VALE DO AMANHECER / PAI SETA BRANCA / TIA NEIVA
Fui a Brasília recentemente conhecer o Templo “Mãe do Vale do Amanhecer” e foi uma das coisas mais emocionantes que já experimentei. Senti cada metro quadrado ali preenchido com uma energia maravilhosa! Senti a presença da Tia Neiva em cada espaço e a radiação desse grande espírito chamado Pai Seta Branca, que tanto amo e honro. E senti a dedicação dos médiuns e a gentileza com que fui recebido. Enfim... Gostaria de agradecer e compartilhar com todos um pouco dessa Magia Branca Divina!
Neva (Gabriel RL)
Neva (Gabriel RL)
Pai Seta Branca é um dos nomes recebidos pelo luminoso espírito de Oxalá, Orixá poderoso que preside todo o desenvolvimento Cármico do nosso planeta, a quem foi dada a missão de espiritualizar o Homem.
É o grandioso guardião do Oráculo de Simiromba (*), que administra todo o potencial de forças que agem e interagem na Terra. SIMIROMBA significa, em nossa Corrente, “Raízes do Céu”, e Pai Seta Branca é o Simiromba de Deus! De seu Oráculo, Simiromba realiza toda a grandeza presente em nossos trabalhos.
Chegando aqui na Terra, liderou a missão dos Equitumans e dos Tumuchy, quando ficou conhecido como Jaguar. Na condição de espírito irmão de Jesus, foi seu discípulo – João, que escreveu o IV Evangelho e o Apocalipse.
Oxalá retornou no século XII, na Itália, como Francisco de Assis, junto à sua alma gêmea - Mãe Yara - como Clara de Assis, desenvolvendo magnífica obra dentro da Igreja Católica Apostólica Romana, criando a Ordem Franciscana, implantando as bases de sua Doutrina: Amor, Humildade e Tolerância, idéias das quais os Homens estavam afastados.
Na época da conquista da América, no século XV, Oxalá era o grande cacique de uma tribo Inca, estabelecida em Machu-Pichu, tendo recebido o nome de Seta Branca por causa de sua lança branca, armada com uma presa de javali.
Com as conquistas espanholas na região andina, houve uma ocasião em que os espanhóis chegaram nas proximidades daquela tribo, ameaçando-os. Seta Branca e seus oitocentos guerreiros aguardavam os invasores em um descampado. Quando estavam próximos para iniciar a batalha, Seta Branca começou a falar, ao mesmo tempo em que, com sua seta branca nas mãos, fazia como que uma oferenda aos céus.
Sua voz ressoava por toda aquela região, gerando um campo de forças que trouxe um clima de paz e tranqüilidade o qual influenciou todos aqueles corações. Guerreiros dos dois lados sentiram aquela emanação, e foram se ajoelhando. Seta Branca terminou sua invocação, trouxe sua seta até o plexo, e ficou em silêncio, de cabeça baixa, aguardando os acontecimentos.
Os espanhóis foram se levantando e abandonando o campo, e retornaram para seus acampamentos, no oeste, sem qualquer confronto. Os Incas retornaram à sua cidade, sentindo o poder do amor sobre a força bruta. E ali viveram por muitos anos ainda, totalmente isolados.
Esses espíritos retornaram no limiar do Terceiro Milênio, liderados por Oxalá, na roupagem de Pai Seta Branca, tendo como líder, no plano físico, Tia Neiva, que reuniu os Jaguares sob a Doutrina do Amanhecer. O aniversário natalício de Pai Seta Branca é reverenciado no dia 14 de fevereiro. No primeiro domingo de cada mês, no Templo-Mãe, faz-se o ritual da Bênção de Pai Seta Branca, quando quatorze ninfas se revezam na incorporação do Pai, dando a bênção a centenas de pacientes e mestres, com a presença de Ministros que incorporam em Ajanãs. Em novembro de 2004, o Trino Sumanã alterou o ritual, com a presença de apenas nove ninfas para a incorporação do Pai Seta Branca, com o tempo ampliado para 50 minutos.
Nos Templos do Amanhecer, uma só ninfa – geralmente a Coordenadora – incorporava e dava mensagens e bênçãos de Pai Seta Branca, obedecendo ao ritual que se encontra no Livro de Leis. Em julho de 2000, o Trino Ajarã alterou o sistema, diante da impossibilidade da marcação das Bênçãos para a grande quantidade de Templos do Amanhecer, inclusive com cinco no exterior, e passou a ser realizada a Bênção do Ministro.
Todos os anos, a partir de 1971, Pai Seta Branca se dirige a seus filhos Jaguares através de mensagens que são pronunciadas no Templo-Mãe, à meia-noite do dia 31 de dezembro. Até 1984, a comunicação foi feita por Koatay 108 (Tia Neiva). Depois, uma ninfa passou a ser designada para isso.
(Seta Branca também é o mesmo espirito do Faraó Tutancâmon)
Para registro, transcrevemos as mensagens transmitidas por Tia Neiva:
MENSAGEM DE 31 DE DEZEMBRO DE 1971
Quisera hoje, neste augusto enterro do ano de 1971, trazer-vos uma mensagem cheia de paz e tranqüilidade. Porém, o tributo de vidas mal distribuídas não me dá esta feliz oportunidade.
Vivemos a marcha evolutiva para uma nova civilização. Pela conduta irredutível dessa tribo ainda me é possível dizer: filhos abnegados de Deus, agradeço-vos pela oportunidade que acabam de me oferecer. Aqui estou, e estarei sempre em espírito e verdade, objetivando, mil vezes agradecendo esta sublime bagagem que trazeis. Vejo-os como pequenos acumuladores de cargas tão iguais!
Filhos, sei que os desenganos, as renúncias, dores e saudades de um mundo transcendental vos devoram a alma. Porém, confiante, sei que a miséria ou um infeliz reajuste de tragédia jamais atingirá vossos corações.
1971! Quantas vezes, filhos queridos, os vi chorar pelos tristes reajustes dos vossos destinos cármicos!... Quantas noites enxuguei os vossos prantos... Quantas noites temi pelas vossas reações nos vossos leitos de enfermidade!... Sim, filhos, foi sempre sutil minha mensagem de pai às reações de amor, de ira, de medo ou de saudades…
Filhos, é rico o presente que me oferecem, na alegria e na esperança de um novo 1972. Rico sou, pai de filho como vós outros, com tudo de bom e de sublime, e que renunciam ao mundo por uma Doutrina do Amanhecer!
Filhos que ainda caminham neste carreiro terrestre: olhai em torno vossos irmãos menos esclarecidos e erguei a Doutrina para uma Nova Era: 1972 vos trará os prenúncios do renovador Terceiro Milênio.
O Homem que tentar fugir de sua meta cármica ou juras transcendentais será devorado ou se perderá como um pássaro que tenta voar na escuridão da noite!
Filhos, dentro de alguns instantes estareis vivendo 1972 e todo o Universo estará cantando aleluia! Todas as mensagens estarão glorificando o desenvolvimento do Homem, enquanto vós outros, reunidos em um só pensamento, preferis trazer esta rica mensagem ao mais humilde dos pais: Seta Branca!
MENSAGEM DE 31 DE DEZEMBRO DE 1972
Ao nos despedirmos do ano de 1972, devo, antes, vos esclarecer que a humildade e a perseverança dos vossos espíritos conduziram-me ao mais alto pedestal de força básica que realizou esta corporação.
Deveis saber, filhos, da nossa finalidade nesta mensagem, que trazeis dos vossos antepassados a este planeta em desenvolvimento. Assumistes o compromisso desta Era e, portanto, tereis que cumpri-lo, confirmando, em cada coração, o Espírito da Verdade, na missão designada para o Terceiro Milênio.
Filhos, voltemos a 1959, quando, geograficamente, distribuí vossa jornada às árduas estradas que os conduziram até 1972 e os conduzirão a 1984, onde as grandes dores só encontrarão alívio nos simples olhares extraídos dos vossos corações. Será então que a luz candente proclamará que é chegada a hora!
Então, o Homem desanimado vagará na escuridão e beijará os vossos pés sangrentos da caminhada para o encontrar. E vós, filhos meus, luminosos, atravessareis as densas nuvens que irão desabar da sua própria impregnação mediúnica, pois o Homem jamais edificará nos seus próprios escombros! (O Céu e a Terra passarão, mas não passarão as minhas palavras, disse Jesus).
É, então, que o Espírito Consolador exigirá o vosso compromisso ao socorro final. O que será do Homem, sem o Espírito Consolador, vendo suas grandezas e seus tesouros submergirem no alvo oceano, quando as bases frágeis das montanhas de gelo cederem e, ao se transformarem em água, liberarem os pequenos seres que trarão a luta e só serão vencidos pelos vossos conhecimentos científicos, filhos meus? Que dirá o Homem esclarecido quando os grandes aparelhos começarem a surgir no Céu?
O trabalho incessante vos livrará das dores. Jesus prescreverá vosso resto cármico e melhor cumprireis esta missão simétrica. Esta faixa que atravessais no peito, da Cura e do Conhecimento, simboliza o Cristo na Sua caminhada, fronteira vívida na técnica da salvação. Salve Deus, que assim sereis conhecidos em todo o Universo!
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018
EQUITUMANS
Há cerca de trinta mil anos antes de Cristo, chegou à Terra um grupo de espíritos missionários com corpos físicos diferentes dos nossos, com estatura entre três e quatro metros, tendo uma fisiologia que os tornava quase indestrutíveis neste planeta. Estavam plenos de Deus e da Eternidade, pois sua constituição era de pura luz e sua individualidade era conhecida apenas de Deus e dos Grandes Mestres.
Para poderem cumprir sua missão, passaram a habitar corpos densos e, para operá-los, tiveram a necessidade de criar corpos intermediários, as almas. Até então vivendo sem cuidados pessoais, começaram sua odisséia individual neste planeta, em que o meio físico já estava sedimentado, porém sujeito às variações de busca de equilíbrio em sua órbita ao redor do Sol.
Da nebulosa inicial já se haviam passado bilhões de anos, e a energia telúrica, concentrada na pirosfera, emitia poderosos feixes magnéticos e ondas de força que iam plasmando mares e terras, elevando montanhas, formando vales, distribuindo as águas e formando sistemas atmosféricos onde proliferavam as formas de vida vegetal e animal.
Os Equitumans vieram em grandes naves, desembarcando em sete pontos do nosso planeta, trazendo uma alma singela, obedecendo às normas espirituais e sabendo utilizar as forças cósmicas, especialmente as do Sol e da Lua. Foram padronizando a exploração das energias vitais com vistas à energização da Terra, enquanto utilizavam energias das fontes solares contrabalançadas pelas geradas por fontes lunares.
Cada uma das regiões ocupadas tinha seus planos evolutivos, sendo controladas suas alterações na crosta terrestre e dispondo de aparelhos específicos para os seus trabalhos. Sendo de constituição diferente dos terranos e portando grandes poderes, são lembrados por vestígios desse início civilizatório, principalmente, pela mitologia desses povos, pois eram verdadeiros deuses, portadores de forças prodigiosas e de conhecimentos fantásticos.
Para a colonização da região andina, desde o sul da América do Sul até o centro do México, foi enviado um grupo destes que chamamos de Equitumans. Eles ocuparam aquela região, mesclando-se com os indígenas e de certa forma distanciando-se de suas origens essenciais, alterando assim, sua fisiologia e reduzindo seus poderes. Como simples mortais, após dois mil anos de quedas e provações, foram liquidados por cataclismos que atingiram a Terra, desencadeados por uma nave espacial - a Estrela Candente - que sepultou o núcleo central da civilização dos Equitumans num lago entre o Peru e a Bolívia - o Titicaca. O lago Titicaca é uma “lágrima da Estrela Candente”, nave que, sob o comando do espírito que chamamos de Pai Seta Branca, (Seta Branca é uma das roupagens do ser que em outros momentos também foi São Francisco de Assis, Kuthumi, Tutankhamon, João Evagelista, etc.), transformou a Terra. Um grande tesouro da civilização Equituman está oculto na região do rio Araguaia, na serra do Roncador.
Em “2000 - A Conjunção de Dois Planos”, Amanto ensina a Tia Neiva sobre os Equitumans. Mostra-lhe o lago Titicaca e pede que ela force sua visão para ver o que estava sob as águas. Ela começou a perceber formas estranhas de casas, máquinas e corpos físicos desencarnados, de grande estatura, mal se distinguindo do lodo sedimentar. Amanto explicou: “O que você está vendo é o testemunho físico de um drama sideral, da falência de uma civilização que foi promissora na evolução da Terra. O que você está vendo é o túmulo dos Equitumans, construído com água e terra pela Estrela Candente!
Esses espíritos foram preparados em Capela durante muito tempo. Neles foi destilado, dia a dia, o anseio evolutivo, o desejo de realização e despertado o desejo de colaboração na obra de Deus. Eles aprenderam a história da Terra, seu papel no conjunto planetário, e se prepararam para o estabelecimento de uma nova civilização deste planeta.
A idade física da Terra se contava em termos de bilhões de anos e muita coisa já havia acontecido antes. Isso, porém, não era de seu domínio mental, pois assim o exigia a didática divina. Só é dado ao Homem saber aquilo que é necessário a cada etapa de sua trajetória. O impulso criativo e realizador reside exatamente no terreno entre o conhecido e o desconhecido de cada ser.
Assim estavam estes espíritos quando vieram à Terra. Isto aconteceu 30 mil anos antes da vinda do Cristo Jesus. Os Mestres haviam preparado o terreno em várias partes do globo. Mediante ações impossíveis de lhe serem descritas, foram lançadas na superfície certas espécies de animais e outras foram criadas. Os climas e os regimes atmosféricos foram contrabalançados e o cenário estava preparado. Eles foram trazidos em frotas de naves e distribuídos pelo planeta em sete pontos diferentes. Esta região foi um dos pontos de desembarque. Os outros foram onde hoje é o Iraque, o Alasca, a Mongólia, o Egito e a África. Esses locais servem apenas como referência, pois, na verdade, eles tinham o domínio de grandes áreas. Tinham enorme poder de locomoção e de domínio sobre os habitantes de cada região.
Seu principal poder residia na sua imortalidade, nas suas máquinas e na sua tecnologia. Eram quase imortais. Não tinham a mesma organização molecular dos seres que aqui já se encontravam. Seus corpos tinham sido preparados em Capela e traziam em si dispositivos naturais de sobrevivência. Eles só corriam o perigo de afogamentos ou de danos físicos. Seus maiores inimigos eram os grandes animais ferozes e os acidentes. Pois nesse sentido, eram similares aos terranos locais.
Sua língua, a princípio, manteve-se, mas, aos poucos, ela foi se diferenciando, conforme a convivência com outros grupos. Em algumas regiões da Terra ainda se fala a língua original dos Equitumans, inclusive em algumas tribos de índios brasileiros. Mas, além da linguagem articulada, eles usavam a telepatia entre si. Isso, aliás, foi o que causou a degeneração da língua inicial. Para se entender com os outros eles adaptavam sua linguagem ao meio. Eles se tornavam mais velhos pela passagem do tempo, mas sem as limitações e degradações físicas. Suas células traziam em si princípios diferentes das células dos seres comuns. Na verdade, os mais velhos eram apenas mais experientes, mais adaptados nas tarefas. Eles amadureciam na sua alma, mas não no seu corpo. Eles contavam ainda, para a conservação de seus corpos, com a assistência dos Mestres, com quem mantinham contatos permanentes. Às vezes acontecia de um Equituman não evoluir de acordo com a tarefa e ceder seu corpo a outro que sofrera um acidente. Neste caso, o espírito do cedente simplesmente era recolhido ao planeta de origem.
Em Capela, eles eram organizados em casais afins, almas gêmeas, e não havia reprodução como aqui na Terra. No entanto, aqui eles foram submetidos ao processo sexual dos terranos e tiveram filhos. Seus filhos nasciam com um organismo comum, igual ao dos mortais. Assim, foram nascendo outros Equitumans mais preparados para a Terra, a medida que iam se desenvolvendo. Suas mentes ágeis permitiam a constituição de organismos adaptados às regiões onde nasciam. Daí os tipos diferenciados que deram origem às raças modernas, como contam precariamente os historiadores e antropólogos. O principal estímulo dos Equitumans era seu livre arbítrio. Eles eram pequenos deuses a quem estava entregue a tarefa de civilizar um planeta e dispunham de ampla liberdade para isso. Seu único compromisso era o de observar os propósitos civilizatórios apreendidos nas escolas de Capela.
A idéia fundamental era o estabelecimento de condições ecológicas que permitissem a vinda de novos imigrantes. Famílias espirituais inteiras sonhavam com a oportunidade de colonizar, colaborar com a obra de Deus na Terra. Mas, se dispunham das grandes vantagens de seres extraterrenos, eles tinham as desvantagens do terráqueo na sua animalidade física. Cedo manifestou-se a velha luta entre suas almas e os seus espíritos. Não havia religião. Tinham um conjunto doutrinário, cujas coordenadas eram formadas pela hierarquia planetária, cujo centro era o Sol. Com isso, não tinham a preocupação com a busca de Deus, pois tinham um Universo amplo e objetivo, suficientemente dimensionados para não necessitar a busca de uma finalidade. Mais tarde, no declínio de sua sintonia com os planos iniciais, essa doutrina derivou na religião do Sol.
Durante mil anos os planos seguiram sua trajetória prevista. Os núcleos foram se expandindo e muitas maravilhas foram se concretizando na Terra. Basta que se observem alguns resíduos monumentais na sua superfície para se ter idéia. Verdade é que essas ruínas são de difícil interpretação pelo Homem atual. Uma coisa, porém, elas evidenciam: as ciências e as artes que permitiram sua elaboração estão fora do alcance do Homem de hoje. Até hoje os cientistas não conseguiram explicar, por exemplo, o porquê e como foram feitas as estátuas da Ilha da Páscoa ou as pirâmides. A partir de agora, uma parte destes mistérios será desvendada. Dois fatos contribuirão para isso: a curiosidade científica despertada para fatos estranhos e as convulsões que a Terra irá sofrer.
Os Equitumans se comunicavam de várias maneiras. Dispunham de forças psíquicas e de aparelhos que lhes permitiam a troca de experiências. Isso explica, em parte, as semelhanças arqueológicas que estão sendo encontradas em lugares distantes e aparentemente sem possibilidades, naquele tempo, de comunicação entre si. Também viajaram entre planetas e chegaram não só à Lua, como a Marte e a outros lugares do nosso sistema. Essas viagens, porém, só foram feitas no segundo milênio, com o começo da hipertrofia de seus egos, à semelhança do que está acontecendo agora.
A partir do segundo milênio, eles começaram a se distanciar de seus Mestres e dos planos originais. Seguros na sua imortalidade e intoxicados pela volúpia de encarnados, eles começaram a ser dominados pela sede de poder. Depois de muitas advertências, seus Mestres tiveram que agir. Ao findar o segundo milênio de suas vidas, eles foram eliminados da face da Terra. A Estrela Candente foi uma nave gigantesca que percorreu os céus da Terra, executando a sentença divina. Em cada um dos núcleos Equitumans, a Terra abriu-se e eles foram absorvidos por ela. Agora, com o próximo degelo dos pólos, muita coisa virá à tona!
O plano não falhou: só não se cumpriu em toda a plenitude. Muita coisa foi feita que permitiu a evolução da Terra. Já os grandes animais haviam sido afastados, tornando habitáveis as principais porções de terra. Os princípios da tecnologia e as sementes da vida social formavam um lastro imperecível na mente de muitos habitantes. O padrão espiritual então existente foi permitindo a materialização da natureza e tudo foi se modificando. Os imortais Equitumans foram se transformando em lendas e deuses e o Homem foi construindo suas cidades e suas religiões.
A partir daí, os grandes missionários começaram a vir à Terra e os Equitumans, recolhidos no Planeta Mãe, começaram a reencarnar nos descendentes de seus antigos corpos. Aí então teve início outro tipo de luta: alguns desses espíritos, saudosos de seu antigo poder, começaram a se organizar no etérico da Terra e a formar falanges. Os antigos poderes psíquicos foram sendo sedimentados em manipulações mediúnicas e os dois planos - o físico e o etérico - intensificaram seu intercâmbio.
Um grande missionário, Seta Branca, o Comandante da nave Estrela Candente, reuniu os remanescentes mais puros e os dividiu em sete tribos, que foram distribuídas nos antigos pontos focais dos Equitumans. A eles coube recomeçar a tarefa interrompida. Cada tribo compunha-se de mil espíritos.
Foi aí que foram criadas as hierarquias dos Orixás, os grandes chefes que tinham a virtude de se comunicar com os Mestres. O processo civilizatório dos descendentes dos Equitumans se foi realizando nos milênios subsequentes, principalmente pelos Tumuchys. Duas dessas tribos deixaram caracteres mais marcantes: os que mais tarde se chamaram Incas e os posteriormente conhecidos como Hititas. Outra tribo que também teve muita importância nos acontecimentos foi a dos Índios, cujo núcleo foi iniciado aqui, nas margens deste lago. Cedo eles adentraram para Leste, em direção ao Atlântico, e para o Norte, na rota do Amazonas.
Ao desencarnarem de suas agora curtas vidas, eles se recusavam seguir os rumos normais de Capela e preferiam perseguir suas próprias quimeras nos planos etéricos. Juntaram-se, assim, em falanges e, graças ao conhecimento adquirido, procuraram sempre reproduzir a situação inicial. Esqueceram-se eles de que, desta vez, não tinham a bênção de Deus e nem o auxílio precioso dos Mestres, suas máquinas e seus corpos imperecíveis. Eram imperecíveis, mas no sentido inverso do que foram na Terra física. Nos seus corpos iniciais, os princípios vitais lhes permitiam viver, como aconteceu com quase todos, até a destruição externa, propositada. Suas mentes, porém, através de suas almas, evoluíam-se e progrediam sem parar.
Já no plano etérico, sem as vantagens do plano físico, sem a contínua assistência dos Mestres e sem os planos da Engenharia Sideral, suas mentes foram se degenerando na atrofia inexorável desse plano. Isso é um círculo vicioso, em que o ser cada vez mais perde as perspectivas e se ilude com as próprias sensações. Grande parte de sua atividade se concentra na alimentação de seus corpos etéricos, cuja maior fonte de energia é o ectoplasma da Terra, dos seres vivos. Em vez de terem suas cabeças erguidas para o Céu, para as fontes puras de energia divina, são obrigados a tê-las voltadas para baixo, para os seres encarnados, de onde parte sua alimentação energética.
E o coração do Homem está onde estão seus interesses. Tudo o que acontece com os seres humanos lhes interessa. Tendo uma falsa noção de poder, reminiscência dos poderes que possuíam, eles sempre pretenderam influir nos acontecimentos humanos e, em parte, o conseguem. Sua confusão mental, entretanto, os faz crer ser possível a retomada da antiga posição de 300 séculos antes.
E assim podemos juntar duas épocas distantes e entender os enredos dos dias atuais. Equitumans encarnados, Equitumans no invisível etérico e Equitumans nos planos mais evoluídos - esses são os elementos das lutas atuais no Brasil. Hoje, esses espíritos nem sabem mais que foram os poderosos Equitumans que foram à Lua e a Marte. Os que estão encarnados têm menos noção ainda. Muitos dos atuais políticos passaram pelas lutas dos dois ou três mil anos, talvez mesmo anteriores. E agora, no fim de mais um Ciclo, quando o planeta urge passar à categorias melhores, fazem-se necessários o reajuste e o reequilíbrio. Por isso, os inocentes de hoje não o foram ontem. É preciso ter compaixão e ajudá-los, mas isso deve ser feito com a serenidade que o Cristo nos proporciona, com a justiça divina de as árvores serem reconhecidas por seus frutos.”
Os espíritos que se mantinham puros naquela fase civilizatória do planeta e, portanto, tinham condições de retornar a Capela, eram recolhidos e recebiam instruções dos Grandes Mestres, reencarnando, em seguida, para cumprir novos planos na Terra. Assim foram formados os Tumuchys, os Jaguares e os Mussuman. Esses eram antigos Equitumans que voltavam com liderança e em condições superiores aos demais habitantes, bem como em corpos preparados para maior tempo de vida terrestre e para ações determinadas, vedadas aos demais. Em lugar da evolução marcada pelo espírito, com o poder da criação e características próximas de Deus, pois está mais próximo da eternidade, a mudança fundamental da Terra foi sendo realizada com base na alma, o que significa conflitos, relacionamento pelas diferenças, ações desencadeadas por fatores positivos ou negativos, marcada do já criado, do transitório, da elaboração transformista.
Houve momentos em que, por conseqüência de movimentos telúricos, com cataclismos e movimentação das placas terrestres, predominava o plano puramente físico; outras fases, em que predominavam as lutas entre as civilizações mais avançadas e outras menos evoluídas, predominava o plano psíquico. Com isso, o espírito só conseguia predominar em pontos restritos e herméticos, atravessando os séculos em segredos profundamente guardados na tradição oral e escrita das doutrinas secretas, no segredo das iniciações, do ocultismo e do esoterismo, evoluindo e se revestindo de características próprias, adequadas à região ou à missão envolvida nos diversos grupos.
(Readaptação do texto de Tia Neiva, fundadora do Vale do Amanhecer)
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
TUMUCHYS
Os Andes foram escolhidos por serem enormes jazidas de metais nobres, tais como ouro, prata e cobre, a serem utilizados na confecção de aparelhos de precisão e adornos cerimoniais.
Após grandes dificuldades de adaptação ambientais, devido, especialmente, aos indígenas e aos animais ferozes, os Tumuchys foram para Omeyocan. Eles tinham uma constituição física demasiado diferente da dos terranos locais, possuíam grande beleza física e eram estéreis. Viviam, em média, 200 anos e traziam impressos em seus peitos peito a data de seu desencarne.
Sua missão era a de criar, naquele ambiente hostil do planeta, onde também estavam em curso as modificações nos reinos mineral, vegetal e animal, um novo tipo de humano, então mais expandido, que avançasse em três planos diferentes, no físico, no psíquico e no espiritual. Cientistas e artesãos, avessos à violência, conheciam toda a Ciência Cósmica e a energia nuclear, fazendo transmutações que propiciaram as construções das grandes cidades e dos diversos monumentos energéticos da Terra - as pirâmides das Américas e do Egito, Machu Picchu e muitos outros centros de manipulação de energias siderais, especialmente a conjunção de forças do triângulo Sol-Terra-Lua. Viajavam em naves velozes por todo o planeta, mantendo contato com outros Mestres, em diferentes regiões. Dedicavam-se à evolução do Homem primitivo, levando conhecimentos que até hoje surpreendem os cientistas por sua perfeição. Eles não dependiam, somente do contato físico, pois os Tumuchys usavam em demasia as comunicações telepáticas.
Trabalhavam, implantando em diversos pontos do planeta, geradores e manipuladores de energias, conforme indicações do Mutupy, mapa terrestre, verdadeira fotografia da Terra, semelhante ao mapeamento hoje feito pelos satélites. Segundo informações de Amanto, Omeyocan se constituiu na sede científica do planeta e no centro de comunicações interplanetárias. Naves chegavam de Capela e para lá partiam. Ali, reuniam-se os Mestres, chefes máximos dos planos de civilização terrana.
Como a missão dos Tumuchys não era a de criar raízes no plano terrano, experimentavam algumas dificuldades, por estarem fora das programações e das leis que regiam o plano físico e psíquico terrano. Eles eram dotados com qualidades físicas especiais, que destoavam da realidade local. Uma vez que aquele grande Tumuchy chegou a conclusão de que já havia concluído sua missão e firmado muitos pontos energéticos sobre o planeta, decidiu partir com sua amada Yara, deixando que o povo terrano e os demais Tumuchys, seguissem seus trajetos sobre a superfície planetária. Desta feita, os demais Tumuchys começaram a dispersar-se. Grande parte deixou Omeyocan e se espalhou pelos continentes, especialmente nas atuais Américas.
Em sucessivas encarnações, formaram as grandes civilizações na Terra e foram tratados como deuses, até que, desintegrados*, foram substituídos por tribos ainda bárbaras, sendo hoje confundidos com as civilizações Incas e Maias. Estes últimos, passaram a habitar as cidades vazias e confundem-se nas pesquisas dos cientistas modernos.
*Em eras longínquas (mais ou menos há dois mil anos), alguns Tumuchys chegaram a tal ponto de avanço científico que pretenderam capturar uma nave Mãe vinda de Capela e que, todos os dias, passava sem parar, deixando um traço fosforescente no solo de pedra. No dia em que aprontaram a armadilha, não veio a nave mãe de Capela, e sim a do Deus Tumi, que com um mecanismo de defesa automático, lançou um poderoso feixe energético que desintegrou todo o povo Tumuchy.
Estes não mais voltaram a Capela, e ficaram em um plano acima do Canal Vermelho (Pesquisar no Google "Canal Vermelho Vale do Amanhecer" para compreensão), ajudando à recuperação do povo que haviam levado à catástrofe.
(Readaptação do texto de Tia Neiva, fundadora do Vale do Amanhecer)
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
sábado, 9 de fevereiro de 2013
Mensagem do Pai Seta Branca - 09.02.2013
Pai Seta Branca é um
espirito de muita luz. Esse ser é o dirigente amoroso da doutrina VALE DO AMANHECER, com sua sede em Brasília. É conhecido na religião Umbandista como
Oxalá e na religião católica como São Francisco de Assis. Esse grande ser de
amor trabalha a serviço de Nosso Senhor Jesus Cristo. Eu, como filho e irmão
dele fico honrado em chama-lo de meu pai, meu irmão, meu mestre, meu
orientador... Obrigado Meu Pai Seta Branca, pelo teu amor.
O nome Seta Branca, esse grande espirito recebeu em sua última encarnação na Terra, quando na cordilheira dos andes era um grande cacique inca, responsável por milhares de guerreiros. Certa vez, o exercito espanhol estava para atacar o seu povo, ele juntou seus guerreiros e foi para batalha. Chegando frente a frente com o exercito espanhol, ele parou e olhou calmamente para o céu... Neste momento, um dos seus guerreiros vendo que ele não tinha nenhuma arma em mãos para atacar, correu e pegou uma lança de cor branca e pôs um dente de javali na ponta que entregou em seguida ao amoroso comandante. O Grande cacique estava envolto de uma luz dourada brilhante e com um tom suave invocou a luz de nosso Senhor Jesus Cristo, levantando a lança que havia acabado de receber do seu guerreiro para os céus em forma de oferecimento.
Então, suave brisa de paz tomou conta de ambos os exércitos e até mesmo os cavalos se ajoelharem mediante o amor e poder inerentes àquele espirito. Daquele momento em diante ele se chamaria o Cacique da lança branca, ou Pai Seta Branca
A seguir, uma mensagem
que ele me passou há poucos minutos.
Gabriel
Mensagem em áudio narrada pela Sandra Gorni Aqui
Salve Deus meus filhos missionários!
No descortinar de novas responsabilidades vejo-os confiantes e, às vezes, um pouco inseguros internamente dos dias que irão se seguir. Meus amados filhos, caminheiros de Jesus, vocês têm uma plateia para que possam levar alegria a cada um sentado na cadeira desta humanidade.
Bem amados, meus filhos, filhos queridos do meu coração, nos momentos de dúvidas ou medos internos nós atentamos-vos para a prece em nosso Senhor Jesus Cristo, para que ele vos dê o sustento e a confiança para continuardes os vossos caminhos seguros do que estais fazendo. Nós não abandonaríamos nenhum de vocês que se despuseram a levar a bandeira rósea do amor incondicional de nosso Senhor Jesus Cristo por toda essa terra de Deus Pai Todo Poderoso.
As cortinas estão levantando, meus amados, é hora do espetáculo de luz, espetáculo esse que foi colocado em suas mãos para que através dele possais dar o exemplo, inspirando a todos os que vos veem como faróis de luz.
As novas energias têm banhado a terra, meus queridos, e estão proporcionando uma nova realidade para inúmeras pessoas. A Terra está se transformando e isso traz uma necessidade de novos comportamentos – esses que mostrarão que a paz e o bem estar de todos dependem de uma atitude individual – isso mesmo meus amados, quando dais um exemplo, quando tendes um comportamento de amor, todo o espaço ao vosso redor muda para se enquadrar na vossa vibração – é o que está acontecendo com a Terra agora, meus amados, a Terra está mudando de vibração e mudando todo o seu campo. Vocês queridos de Jesus, estão sentindo o aumentar dessas energias e elas têm vos chamado para novos comportamentos de amor e humildade, de coragem e prosperidade, de Fé e determinação com muito mais intensidade.
Mostrai, queridos, mostrai com muita força a que viestes a esta terra: Erguer a bandeira rósea de Nosso Senhor Jesus Cristo a alto mastro para que milhares de outras ovelhas do rebanho de Jesus possam ver e retornar ao seu Pastor amoroso.
Sabemos, meus amados, que não foi uma tarefa fácil, mas chegastes aqui e agora, ainda que muitos com os pés a sangrar, mas chegaram e honraram os seus compromissos em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo. Parabéns queridos do meu coração, parabéns!
A tarefa continua e, à medida que os dias passam, sois mais envolvidos nessas novas frequências de luz que têm chagado à Terra, enviadas das grandes amacês (naves mãe) a serviço de Nosso Senhor Jesus Cristo.
O que dirá o homem esclarecido quando os grandes aparelhos começarem a surgir nos céus? Esse meu alerta em 1972 está a vossa porta, amados do meu coração, e o vosso trabalho incessante vos livrará das dores...
Salve Deus, meus filhos, Salve Deus!
Neste momento me despeço dos meus filhos jaguares, confiando que estais fazendo um bom trabalho e que logo vereis os resultados e comereis dos doces frutos ganhos após o vosso incessante trabalho para luz.
Eu sou o Pai mais feliz.
Seta Branca, o menor dos Jaguares.
Gabriel: Gratidão, Amado Pai!
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